Simulador de regulação das urgências e atendimento pré-hospitalar. O caso chega como chega no plantão — solicitante leigo, informação incompleta, pressão de tempo — e cada decisão sua tem consequência clínica.
O acesso é liberado individualmente. Você cria a conta e a solicitação entra em análise.
Não há alternativa A, B, C. Você fala como falaria no rádio e no telefone, interroga o solicitante, decide o recurso, orienta a equipe e define o destino. O motor conduz solicitante, TARM, equipes de USB, enfermeiro e condutor — e faz o paciente evoluir conforme o que você fez, ou deixou de fazer.
Trecho real de um caso gerado pelo simulador. O endereço é de um bairro que existe, no município que a central atende.
Regulador na central, decidindo à distância com informação de terceiros — ou médico embarcado na USA, com o paciente na sua frente e a regulação do outro lado do rádio.
Volume em choque obstrutivo não melhora. Intubar o chocado derruba a pressão. Cada resposta do paciente vem de diretriz publicada, com ano e fonte registrados.
Ao fim de cada caso, avaliação do interrogatório, da escolha de recurso, das condutas, do destino e da comunicação — com nota e o que revisar.
O chamado nasce num município de verdade, e as portas de urgência são as que existem, com o perfil e os critérios de exclusão que elas realmente têm.
O que você erra volta com mais frequência. O treino se molda à sua lacuna, em vez de sortear na mesma proporção para sempre.
Monitor multiparamétrico, ventilador mecânico e bulário com diluição e posologia — cada dose com a diretriz de origem, inclusive onde as fontes divergem.
Reanimação se treina em curso. Via aérea se treina em manequim. Mas decidir para onde vai o paciente — respeitando hierarquia territorial, perfil da porta, critério de exclusão e o limite do recurso que vai dentro da ambulância — é o que se aprende errando no plantão, sem ninguém corrigindo.
É essa decisão que o simulador coloca no centro.
O que o simulador afirma sobre o sistema de urgências sai de um conjunto declarado de fontes. Fora delas, a resposta é explicitamente "variável conforme protocolo local" — em vez de o modelo preencher a lacuna com algo plausível.
A versão atual cobre as regiões de saúde Central e Centro Sul de Goiás: 51 municípios com coordenadas e população do IBGE, duas centrais do SAMU, e as portas de urgência com tipologia da Portaria 792/2024. Cada dado tem fonte registrada.
Prerrogativa exclusiva do regulador e medida de exceção. O simulador cobra os dois erros simétricos: aceitar a recusa quando havia indicação, e acionar sem risco de morte ou para furar hierarquia territorial.
Cada aluno tem conta individual, liberada uma a uma pelo responsável. O acesso pode ser revogado ao fim do curso sem apagar o histórico de treino.
Cada caso fica gravado com tema, nota e debriefing na conta do aluno, e as lacunas identificadas orientam o sorteio dos casos seguintes.
Onde o simulador não vai. Ele treina raciocínio de regulação e condução clínica — não substitui prática supervisionada, procedimento em manequim nem estágio. A grade de destino por agravo é síntese operacional a partir das normas citadas, não uma tabela publicada, e assim é apresentada ao aluno. Escopo territorial atual: Central e Centro Sul de Goiás.
Crie sua conta para entrar na fila de acesso. A liberação é individual e feita pelo responsável.